
Saber voar. Esse é um desejo que, praticamente, todos temos. Uns dizem que é impossível voar, outros voam de asa delta, outros nos seus próprios sonhos. Eu voo. Muito, mas muito alto mesmo. Sem medo da dor da queda. Sim, já caí inúmeras vezes. Sentei, chorei, mas me levantei e dei um super sorriso e agradeci. Isso mesmo, eu agradeci por ter caído, porque NENHUMA dor é mais forte do que o aprendizado que nos proporciona. Aprendo a cada dia, não só com as quedas, mas com as vitórias. São sensações tão únicas, sabe? Parecem não se repetir. Aprendi a não confiar tanto, mas confiar. Aprendi a não depender de nada nem de ninguém. Aprendi que quando se quer muito algo, o universo conspira a favor. E é por isso que voo, o mais alto que posso, não tenho medo da altura, nem física nem emocional, não tenho medo de me machucar, ralar os joelhos, sangrar, meu único e maior medo é de não deixar a altura me dominar por completa, me proporcionar prazeres inexplicáveis.
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